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	<title>Fonoaudiologia &#8211; Colégio Ary Quintella</title>
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	<title>Fonoaudiologia &#8211; Colégio Ary Quintella</title>
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		<title>As escolas ganharam mais um auxiliar de peso contra a dificuldade de aprendizagem, o fonoaudiólogo.</title>
		<link>https://www.colegioaryquintella.com.br/as-escolas-ganharam-mais-um-auxiliar-de-peso-contra-a-dificuldade-de-aprendizagem-o-fonoaudiologo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[quele]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Feb 2025 14:25:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fonoaudiologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A fonoaudiologia começa a ganhar visibilidade e espaço no ambiente escolar. A instituição que prima pela qualidade, atualmente, conta com a participação ativa do fonoaudiólogo, profissional capacitado para diversas atividades neste espaço. Como descreve bem a fonoaudióloga e Presidente da Comissão de Educação do Conselho Regional de Fonoaudiologia do Rio de Janeiro, Dra Claudia Graça, “o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A fonoaudiologia começa a ganhar visibilidade e espaço no ambiente escolar. A instituição que prima pela qualidade, atualmente, conta com a participação ativa do fonoaudiólogo, profissional capacitado para diversas atividades neste espaço. Como descreve bem a fonoaudióloga e Presidente da Comissão de Educação do Conselho Regional de Fonoaudiologia do Rio de Janeiro, Dra Claudia Graça, “o fonoaudiólogo do século XXI precisa provocar um novo enfrentamento em relação a sua atuação na esfera educacional”. Esta realidade já é encontrada em inúmeras instituições. Os diferentes níveis de ensino, que compõem o sistema educacional brasileiro, do básico ao superior, passando pela Educação Especial, Educação à distância e Educação Profissional, devem ser alvos destes profissionais. Segundo Costa (1999), “o fonoaudiólogo educacional é membro ativo dentro da estrutura escolar. Não está ali para criticar o que o professor faz e sim lhe sugerir estratégias para alcançarem juntos na direção de determinado objetivo pedagógico”.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu papel nas escolas consiste em realizar levantamento de dados sobre a natureza da instituição, identificando a filosofia da mesma, a metodologia adotada e sua estrutura, para que assim possa, por exemplo: fazer triagem, atuar junto à equipe docente, participar do planejamento pedagógico, trabalhar com os educadores e pais, etc&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O Colégio Ary Quintella, primando pela qualidade de ensino e por um desenvolvimento da aprendizagem escolar adequado e sem transtornos ou dificuldades, conta com a fonoaudióloga Alekssandra Leal do E. Santo (CRFa 10546), atuante na instituição desde 2003, junto aos professores, coordenadores e pais.</p>
<p style="text-align: justify;">Ressaltamos novamente a importância da participação familiar em todo o processo, devendo, portanto haver o compartilhamento de um mesmo ideal, pois só assim realmente estarão formando e educando, superando conflitos e dificuldades que tanto vêm angustiando os professores, como também pais e os próprios alunos.</p>
<p>Alekssandra Leal do Espírito Santo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte da imagem: http://izabelahendrix.edu.br/fonoaudiologia/noticias/curso-de-fonoaudiologia-concede-entrevista-a-radio-inconfidencia</p>
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		<title>Distúrbio na fala da criança pode afetar rendimento escolar</title>
		<link>https://www.colegioaryquintella.com.br/disturbio-na-fala-da-crianca-pode-afetar-rendimento-escolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[quele]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Feb 2025 14:23:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fonoaudiologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A dificuldade de falar as palavras corretamente pode afetar a auto-estima da criança e comprometer o rendimento na escola, principalmente quando essa criança vira alvo de brincadeiras dos amigos. Quanto mais cedo os pais procurarem ajuda, melhor para o tratamento dos filhos. O Bom Dia Rio conversou com uma especialista sobre o assunto. Cada nova [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A dificuldade de falar as palavras corretamente pode afetar a auto-estima da criança e comprometer o rendimento na escola, principalmente quando essa criança vira alvo de brincadeiras dos amigos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto mais cedo os pais procurarem ajuda, melhor para o tratamento dos filhos. O Bom Dia Rio conversou com uma especialista sobre o assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada nova palavra uma comemoração. “Flor”. Toca aqui, flor, muito bem! Arvore de Natal, fala Guilherme. Guilherme tem 4 anos. Há nove meses, uma vez por semana, ele se trata com a fonoaudióloga Ana Paula Melo.<br />
A avó acompanha as sessões.“Ele realmente começou a falar muito depois do esperado. Ele falava pouco e errado, tinha muita preguiça de falar, a gente falava com ele e ele não correspondia”, conta.</p>
<p style="text-align: justify;">O menino tinha duas dificuldades: a demora na fala associada a dislalia. São crianças que falam pouco, o que a gente chama de atraso de linguagem, uma criança de quatro cinco anos, falando como se tivesse dois, a pobreza de vocabulário e dificuldade de formular frases completas, isso é o atraso de linguagem, ou então o que a gente chama de dislalias: fonética, fonológica, troca de sons na hora de falar. Então a gente tem o caso clássico de trocar o &#8220;r&#8221; pelo &#8220;l&#8221; , em vez de falar fruta fala fluta ou omite a letra”, explica Ana Paula.</p>
<p>Para ajudar Guilherme , exercícios. Até soprar bolinhas de isopor ajuda. Mas os pais também têm papel importante neste tratamento. Fora do consultório são eles que vão ajudar o filho a se transformar, quem sabe, num tagarela.</p>
<p>-Evite o uso de bicos artificiais, como chupeta e mamadeira. Eles atrapalham a articulação das palavras e a criança acaba falando errado;<br />
&#8211; Procure conversar sempre como seu filho. Mesmo quando ele for bebê. Observando a fala dos adultos ela vai se sentir estimulada a se expressar também;<br />
&#8211; Outra dica: mastigar ajuda a criança a falar de forma correta.</p>
<p style="text-align: justify;">A mastigação então ajuda a desenvolver criança se comunicar de forma correta.“A mastigação é fundamental é uma das principais experiências que a criança tem que ter desde cedo para desenvolver o que a gente chama de órgãos fono articulatórios. Mastigar bem, respirar bem, engolir bem é fundamental pra criança mais para frente se comunicar, falar bem”, orienta a fonoaudióloga.</p>
<p>A dificuldade em se comunicar acabou trazendo outros problemas para Daniel de 6 anos. “Várias vezes e não queria ir para o colégio porque os amiguinhos estavam rindo dele e ele ficava afastado, os colegas ficavam de brincadeira, trocava o r pelo l e eles achavam engraçado”, diz Daniela Rocha, mãe de Daniel.</p>
<p>A mãe conta que resolveu procurar ajuda com uma fonoaudióloga e deu resultado. “Ele mesmo se corrige e fala que falou errado aí vai e fala certo, o convívio com os coleguinhas melhorou 100%”.</p>
<p>Daniela dá um conselho importante. “Tem mães que têm vergonha de dizer que e o filho fala errado. Eu não tive vergonha fui atrás e constatei cedo. Tem que enfrentar para o bem deles, com certeza”.<br />
O Bom Dia Rio conversou com a fonoaudióloga Ruth Bompet.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom Dia Rio – A partir de que idade da criança os pais devem começar a se preocupar e pensar em procurar ajuda?<br />
Ruth- Quando a criança começa a não se comunicar. Quando ela está angustiada por não se fazer entender essa é a hora de intervir. Normalmente entre dois anos e meio de idade. Às vezes não precisa que a criança seja atendida, uma orientação aos pais já acalmam essa família de como lidar com ela.<br />
Vemos com frequência o pai, a mãe corrigindo a criança. Essa é a melhor forma de ajudar essa criança falar de forma correta? Como os pais devem se comportar?<br />
É uma atitude péssima porque a criança está começando a aprender um processo, um mecanismo e é muito comum aparecerem as oscilações, a chamada gagueira fisiológica e os pais já começam a ficar apavorados achando que o filho é gago. Daí começam a corrigir, a completar, mandar falar direito e na verdade os pais estão bloqueando essa criança a ter o seu processo de desenvolvimento.<br />
O melhor comportamento é falar certo que ele vai ouvir e vai captar a mensagem?<br />
Dá o tempo da criança, dá um modelo, conversar com essa criança olhando para ela e simplesmente dando modelos certos, não corrigindo, não chamando a atenção que a criança vai aprendendo.<br />
O que pode provocar a dificuldade na fala? Quais são as causas?</p>
<p>O mais comum é a surdez. É importante que a criança ao nascer saia do hospital com o teste da orelhinha que já define se ela tem algum problema de audição. Depois nós temos as causas orgânicas, anatômicas, as fissuras, temos as causas neurológicas, as síndromes e temos as causas de distúrbio de comportamento psicótico que são os autistas.</p>
<p>É preciso estar atento a essa criança?</p>
<p>Com certeza. É preciso acompanhar de perto que ela vai ter um desenvolvimento muito bom.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte do texto:</p>
<p style="text-align: justify;">http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,MUL925908-9101,00-DISTURBIO+NA+FALA+DA+CRIANCA+PODE+AFETAR+RENDIMENTO+ESCOLAR.html</p>
<p>Crédito da imagem: https://br.pinterest.com/pin/490399846928609491/</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Escutando seu filho e Auxiliando os responsáveis&#8230;</title>
		<link>https://www.colegioaryquintella.com.br/escutando-seu-filho-e-auxiliando-os-responsaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[quele]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Feb 2025 14:21:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fonoaudiologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Fonoaudiologia na escola (por Alekssandra Leal do E. Santo &#8211; CRFa 10546) ARTIGO I Fonoaudiologia Educacional Vamos entender melhor o papel do Fonoaudiólogo Educacional? Profissional considerado da área da saúde que atua ativamente na educação. De acordo com o capítulo II, artigo 3º, da Lei 6965 de 09/12/1981, é estabelecido que dentro do ambiente educacional “é de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Fonoaudiologia na escola (por Alekssandra Leal do E. Santo &#8211; CRFa 10546)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">ARTIGO I</p>
<p style="text-align: justify;">Fonoaudiologia Educacional</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos entender melhor o papel do Fonoaudiólogo Educacional? Profissional considerado da área da saúde que atua ativamente na educação. De acordo com o capítulo II, artigo 3º, da Lei 6965 de 09/12/1981, é estabelecido que dentro do ambiente educacional “é de competência do fonoaudiólogo, desenvolver trabalho de prevenção no que se refere à área de comunicação escrita e oral, voz e audição, participar da equipe de orientação e planejamento escolar, inserindo aspectos preventivos ligados a assuntos fonoaudiológicos” (CFFa, 2004). Portanto, sua atuação não é tratar de patologias, mas sim preveni-las com atividades junto aos professores e orientadores, além dos alunos e responsáveis. Desta forma, o trabalho fonoaudiológico desenvolvido pela Fga Alekssandra Leal do E. Santo (CRFa 10546) no Colégio Ary Quintella consiste em realizar triagens e orientar os responsáveis, como também fornecer ao corpo docente toda informação necessária para que os alunos possam desenvolver seu aprendizado escolar sem transcorrências. Alguns exemplos de trabalhos já desenvolvidos com sucesso durante 4 anos, são as atividades psicomotoras com as turmas da Educação Infantil, auxiliando no desenvolvimento motor e cognitivo das crianças, o Soletrando com as turmas do Ensino Fundamental (3º, 4º e 5º anos) e as avaliações bimestrais de leitura.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso tenham dúvidas ou necessidade de solicitar avaliação fonoaudiológica em seu(a) filho(a), informe na secretaria da escola. Se ele(a) já foi ou ainda é submetida(o) à fonoterapia, informe também para que possamos acompanhar. É fundamental a parceria Escola + Responsáveis + Terapeutas.</p>
<p style="text-align: justify;">Um abraço.</p>
<p style="text-align: justify;">Alekssandra Leal do E. Santo (CRFa 10546) – Fonoaudióloga especialista em Saúde Pública e Screener em Síndrome de Irlen.</p>
<p style="text-align: justify;"> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</p>
<p style="text-align: justify;">ARTIGO II</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das patologias mais frequentes nas crianças é a Dislalia. Trata-se de um distúrbio da fala cuja causa pode ser por fatores externos (musculares) ou linguísticos (fonológicos). Sua característica é a fala de pouca compreensão por trocas de fonemas (sons). O exemplo mais visto é a fala como a do personagem dos quadrinhos “Cebolinha”, que troca o /r/ pelo /l/. O tratamento é fonoaudiológico e sua ocorrência pode ser prevenida evitando o uso excessivo de chupetas, mamadeiras e hábitos viciosos como sucção do dedo pelas crianças. A faixa etária adequada para a retirada de tais hábitos é aos dois anos, após isto a chance de surgirem problemas na fala e deglutição (ato de engolir) são bastante significativas. Além disso, dificuldades na fala podem afetar o desenvolvimento escolar, já que ao trocar um som na fala, a criança fará o mesmo ao escrever.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquem atentos e em caso de dúvidas procure um fonoaudiólogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços,</p>
<p style="text-align: justify;">Alekssandra Leal do E. Santo (CRFa 10546) – Fonoaudióloga especialista em Saúde Pública e Screener em Síndrome de Irlen</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte da imagem: https://www.facebook.com/groups/141981976225025/</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Postagens</title>
		<link>https://www.colegioaryquintella.com.br/postagens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[quele]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Feb 2025 14:13:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fonoaudiologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Sejam bem-vindos!!!! A Fonoaudiologia Educacional é uma área de especialização da Fonoaudiologia voltada ao estudo e atuação para a promoção da Educação, em todos os níveis ou modalidade de ensino.  A meta dessa parceria se dará tanto nos aspectos que visam a otimização do processo de ensino e aprendizagem como no manejo de situações que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="center"><span style="color: #000080;">Sejam bem-vindos!!!!</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="center"><span style="color: #000080;">A Fonoaudiologia Educacional é uma área de especialização da Fonoaudiologia voltada ao estudo e atuação para a promoção da Educação, em todos os níveis ou modalidade de ensino. </span></p>
<p style="text-align: justify;" align="center"><span style="color: #000080;">A meta dessa parceria se dará tanto nos aspectos que visam a otimização do processo de ensino e aprendizagem como no manejo de situações que sinalizam dificuldades nesse processo, e quer, sendo precocemente detectadas, evitam a evolução de determinados quadros, propiciando melhores resultados. </span></p>
<p style="text-align: justify;" align="center"><span style="color: #000080;">Mais informações&#8230;.</span></p>
<p><span style="color: #000080;">Apresentamos agora as reportagens anteriores que já foram postadas aqui no site, caso queira ler novamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="center"><a href="https://www.colegioaryquintella.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Problemas-de-visao-e-audicao-podem-prejudicar-desempenho-escolar.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #ff6600;"><strong>Problemas de visao e audição podem prejudicar desempenho escolar</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify;" align="center"><a href="https://www.colegioaryquintella.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Fique-atento-ao-problema-de-visao.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #ff6600;"><strong>Fique atento ao problema de visão</strong></span></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atividade física melhora desempenho escolar</title>
		<link>https://www.colegioaryquintella.com.br/atividade-fisica-melhora-desempenho-escolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[quele]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Feb 2025 14:10:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fonoaudiologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Atividade física melhora desempenho escolar Pular corda, jogar bola e correr influenciam a capacidade de aprendizado das crianças por Giuliano Agmont design e ilustração Eder Redder Como anda o rendimento do seu filho no colégio? As notas nunca foram tão baixas e os professores vivem reclamando da falta de envolvimento dele nas aulas? E na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="center">Atividade física melhora desempenho escolar</p>
<p style="text-align: justify;" align="center">Pular corda, jogar bola e correr influenciam a capacidade de aprendizado das crianças</p>
<p style="text-align: justify;" align="center">por Giuliano Agmont design e ilustração Eder Redder</p>
<p style="text-align: justify;">Como anda o rendimento do seu filho no colégio? As notas nunca foram tão baixas e os professores vivem reclamando da falta de envolvimento dele nas aulas? E na hora de fazer a lição de casa é aquele sofrimento? Calma. Antes de sair vociferando com o boletim nas mãos e aplicar aquele sermão típico de pais zelosos, tente uma estratégia mais sutil — e eficiente. Que tal propor a ele que se exercite mais?</p>
<p style="text-align: justify;">É isso mesmo! A ideia é que a criança corra, pule e brinque até cansar, todos os dias, na escola ou em casa. Se ela tiver uma bola, uma corda ou, quem sabe, uma piscina por perto, melhor ainda. Na verdade, o que um estudo da <a href="http://illinois.edu/" target="_blank" rel="noopener">Universidade de Illinois</a>, nos Estados Unidos, acaba de revelar é que a atividade física tem relação direta com o desempenho escolar da molecada.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores submeteram crianças de 9 e 10 anos a testes de raciocínio em dias diferentes. No primeiro, elas caminharam sobre a esteira; no outro, descansaram. “O exercício físico fez com que os garotos tivessem maior atenção nas avaliações, melhor resultado nas tarefas e compreensão mais clara da leitura”, conta a SAÚDE! o autor do trabalho, Charles Hillman. Ainda faltam explicações bem aprofundadas sobre a influência da atividade física na capacidade de aprendizado das crianças. Segundo Hillman, o que se sabe por enquanto é que suar a camisa mexe com o cérebro: “O exercício faz com que proteínas e neurotransmissores associados a aspectos importantes da aquisição de conhecimento atuem de forma diferente”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Ricardo Barros, coordenador do Grupo de Trabalho em Medicina Desportiva e Pediatria da <a href="http://www.sbp.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Sociedade Brasileira de Pediatria</a>, vai além e dá como exemplo a ginástica rítmica. “É preciso concentração, habilidade de postura, coordenação e equilíbrio para aprender movimentos como estrela ou cambalhota”, explica o pediatra. “Repare que são todos requisitos também atrelados à aprendizagem.”</p>
<p style="text-align: justify;">Os especialistas, porém, destacam um aspecto importante negligenciado pelos adultos: crianças devem praticar atividades físicas recreativas, e nunca competitivas. “Os pequenos querem brincar. Distorcer esse interesse é um erro”, enfatiza Jorge Steinhilber, presidente do <a href="http://www.confef.org.br/" target="_top" rel="noopener">Conselho Federal de Educação Física</a>. “Até os 10 anos, eles devem de preferência fazer jogos de coordenação motora com bolas, panos, arcos, papel e o que mais a criatividade permitir.”</p>
<p style="text-align: justify;">Outra recomendação fundamental é nunca exigir demais da meninada, tampouco cobrar resultados. Isso só vai trazer desilusão, frustração e abandono precoce da atividade. “Além disso, o excesso de treinamento pode levar a distúrbios do sono, falta de apetite, cansaço e lesões musculares constantes”, alerta Ricardo Barros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Crédito da imagem: https://karlapamponetatendimento-fonoaudiologia.negocio.site/</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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